segunda-feira, junho 25, 2007

...estética de algum Oriente... (A tendência.) ...fantasia-neblina de mental alcance...

Será que me ultrapassei?

O peão observa cabisbaixo o harém infinito que o rodeia, cavaleiros indómitos na planície irregular até à praceta próxima distante. Um por todos (e todos por um), bradam - berram, e ao meu ouvido... Por onde, para onde reverter o passo, instância-Humanidade? O que feres é o que és?

Surely not... You're just so lost in probability... Perdida em dialecto, esqueces a linguagem, bebé agarrado à metáfora palpável, cúmulo antecipado da ilógica que axiomatizaram primeiro. Adequas-te pois à oferta, procurando. Defines senso sem reflectir...

Contra-senso! Insurreição libertina! Vos invoco, conceitos reveladores. Providenciais vozes sussurrando, cada vez mais alto, conexas pontes para margens, hemisférios de humildade e de dilúvio... Rasgo folhas com a voracidade de um mamífero virtual.

Assim me ordeno, ilustre propagação-entrusamento, esboço de cataclismo de nada.